Mãe de aluguel é condenada a devolver bebê para pais gays

Um tribunal ordenou que uma mulher que ofereceu barriga de aluguel a casal de pais gays devolvesse a criança como combinado na época do contrato. A mãe foi advertida pelo juiz que no último dia 18 que “seria ser melhor para a criança conviver com um parente que tivesse sua genética “. O bebê foi concebido usando sêmen de um dos dois homens juntamente com um óvulo doado do banco de óvulos da Espanha.

O ovo fertilizado foi transferido para a mãe de aluguel em 2015, de acordo com o Telegraph. Isso significa que um dos homens é pai biológico da criança, mas a mãe de aluguel não possui nenhuma ligação genética com o bebê.

Depois de uma reunião online, a mãe de aluguel assinou um acordo com o casal gay há mais de dois anos, vindo dar à luz logo em 2016, mas decidiu não informar ao casal sobre o nascimento por mais de uma semana. Passadas algumas semanas, ela informou ao casal que queria ficar com a criança, mas um processo na vara da família em Londres, afirmou obrigou a mãe que entregasse o bebê ao casal.

O caso se tornou púbico depois que a mãe de aluguel e seu marido apelaram na corte. Ninguém foi chamado ao Tribunal para proteger a identidade da criança. O caso passou por três tribunais para análise de juízes e para ver se cabia recurso das partes. O juiz final confirmou a decisão no último dia 18, elencando que caso a mãe de aluguel e o marido não cumprissem a devolução da criança, eles sofreriam punição. Os dois ainda são os pais legais da criança.

Os juízes disseram que a mãe de aluguel tinha o direito de mudar de ideia, mas jamais de manter a criança consigo, além disso, os mesmos juízes advertiram o casal gay por ter gerado publicidade ao caso.

“Nós fomos informados que houve uma grande publicidade em torno desse caso e isso causou um dano incomensurável ao processo. Solicitamos a todas as partes que mantenham sigilo até o fechamento total do processo”, disse o juiz.