Entrevista e fotos picantes: Dom Barbudo conta detalhes das sessões de BDSM [NSFW]

Em entrevista para a Hornet, Dom Barbudo, um dos maiores mestres do BDSM brasileiros abriu as portas de sua masmorra e contou coisas que nós sempre quisemos saber, mas nunca tivemos coragem de perguntar. Confira:

Hornet: Esse local é exclusivo para sessões de BDSM?

Dom Barbudo: Não exatamente. O fato de ser um local exclusivo para as sessões o torna sim a casa dos meus escravos. Quando eu permito, um deles pode morar aqui temporariamente.

H: Morar de verdade?

DB: Sim, incluindo tomar conta dela e tudo mais o que um escravo deve fazer.

H: Esses objetos todos, de onde vêm? 

DB: Alguns eu compro, outros eu mando fazer, parte deles tem gravado meu símbolo. Depende do que eu quero. As vezes preciso de coisas mais leves, outras muito pesadas e doloridas. 

H: Doloridas? 

DB: esse anel peniano com sparks, por exemplo, machuca muito. O escravo tenta se controlar para não ficar de pau duro, mas a maioria não consegue, aí o pau cresce, o anel aperta e machuca mesmo. Eles chegam a gozar. 

H: E você goza nas sessões? 

DB: Em quase todas. É um super tesão para mim e cada sessão de spanking é uma trepada, de fato. 

H: Eles gozam? 

DB: Já tive participante que ficou horas na sessão só curtindo o prazer do BDSM sem gozar e quando saiu daqui, mandou mensagens dizendo que tinha gozado 10 vezes e que não conseguia parar. Durante a sessão rola muita tensão e a pessoa só relaxa depois. 

H: Quem é seu público? 

DB: Homens de todas as idades e classes sociais. Tenho fetiche por iniciantes, gosto de introduzir as práticas e não prolongar muito a relação.

H: Relação? Então você se torna amigo dos “clientes”? Já se apaixonou por algum? 

DB: Sim, acabo por me tornar amigo, porque repetimos muitas vezes e sim, já me apaixonei (risadas), mas logo demovi a ideia, porque pode atrapalhar meu objetivo e estilo de vida. 

H: conta sobre um cliente inusitado.

DB: Um cara casado, praticante de jiu-jitsu, enorme, másculo, hétero, pediu para apanhar. Sem absolutamente nenhum toque sexual, sem tirar a roupa, sem nada. Ele só queria apanhar muito até chegar ao seu limite e jamais repetir. One night only.

H: As sessões são fechadas ou você aceita público? 

DB: Aceito público. Você quer assistir uma sessão? (risos) 

H: Não, obrigado. Mas quero saber se há pessoas que gostam apenas de assistir.

DB: Há pessoas que gostam de tudo e é por isso que estou aqui. Para explorar algo desconhecido nelas, que a vida comum não permite.

H: Você mantém mais de um escravo por vez?

BD: Muito difícil. No momento tenho três. E antes que você pergunte se há problemas, não há, porque eu dou as ordens.

 

Dom Barbudo não cobra por suas sessões, nem recebe mulheres. Tudo ocorre com consentimento, sob assinatura de contrato entre as partes e somente com maiores de 18 anos.